Olha só:

Acontecerá de 25 a 30 de julho de 2025 (de sexta a quarta-feira), das 14h às 18h, no Centro Tecnológico (Antigo Cagep), bairro São Francisco.

Podem participar pessoas 16+.

A formação é teórica e prática (com produção de vídeo-minuto como trabalho final).

Alunas e alunos aprenderão sobre história do cinema, etapas da produção de um filme e reflexões sobre estereótipos do Sertão no audiovisual.

As inscrições (super gratuitas) seguem até a segunda-feira, 21 de julho, pelo link https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSexg1wQbocjCFxd-J-BnnsvvLlaXt5yaz5DaSpG35hBQVCPlg/viewform?usp=header.

O prazo para as inscrições presenciais já expirou.

Sobre as aulas

Uilma Queiroz (pajeuzeira, realizadora audiovisual, educadora e pesquisadora) ministrará, na sexta, 25, a aula Agreste, Sertão, Nordeste e interior do Brasil no cinema nacional.  

No sábado, 26, Imagem, fotografia, cinema e narratividade audiovisual com Camila Nascimento (produtora cultural, poeta, cineasta, mãe e formadora em audiovisual para jovens e adultos).

Audiovisual a partir do som será a oficina do domingo, 27, com Alexandre Nascimento(negro, produtor cultural, musical e audiovisual).

Pré-produção e filmagens dos curtas (as tais aulas práticas) se darão na segunda,28, e terça, 29.

Finalização e exibição na quarta, dia 30/7, a partir das 19h, na praça em frente à igreja do bairro dia 30/7.

Na edição Afogados (Outros Sertões e o Minuto já passou por Buíque, Carnaíba, São José do Egito e Triunfo), a formação firmou parceria com o Festival Rua Nova de Cinema e Música – por isso, haverá exibição dos curtas no palco do festival.

Mais: haverá, também, a exibição do premiado longa O Bem Virá, de Uilma Queiroz, gravado em Afogados e na região do Pajeú.

‘A edição da oficina em Afogados é uma forma de comunicar uma pesquisa que venho desenvolvendo há muito tempo; nasce em Afogados, quando, durante a produção de O Bem Virá, saímos em busca de pistas da existência de imagens das mobilizações de trabalhadoras e trabalhadores rurais na década de 1980, na região. Parte da pesquisa da filmografia brasileira que compõe a base do curso vem justamente da busca por esses arquivos’, diz Uilma.

‘Assim, a pesquisa sobre a representação do sertão no cinema nasce em Afogados, e a realização presencial da oficina aqui é uma maneira de comunicar esse caminho: a trajetória da pesquisa, os resultados obtidos e a própria busca, que segue sempre viva – a busca por nos encontrarmos e nos reinventarmos no audiovisual’, reforça.

‘Durante a pandemia e isolamento social, muitas pessoas do município participaram da oficina em formato virtual, por meio da Lei Emergencial Aldir Blanc. Agora, retornamos de forma presencial, com um novo formato: o debate sobre a representação do sertão no cinema, aliado à criação – por meio de filmes de um minuto – de novas representações ou exercícios de invenção, propondo outros olhares sobre nós mesmos, os sertões, as caatingas e o semiárido’, explica a diretora.

Leonardo Lemos assina a produção local e Assessoria de Imprensa, Lua o design gráfico e a Produção Geral é da Cabocla Produção.

Andorinha só não faz verão

A Oficina Outros Sertões e o Minuto foi contemplada nos Editais da Lei Paulo Gustavo Pernambuco e tem apoio financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura do Estado via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura – Governo Federal. Apoio institucional da Secretaria de Educação de Afogados da Ingazeira (PE).

Um PS:

‘Estamos fechando o primeiro bloco de 4 edições da nossa oficina. Finalizar esta etapa em Afogados da Ingazeira é muito especial. Esta cidade me deu muitos amigos e amigas para a vida e além de ter um equipamento cultural tão importante, como o Cine São José, e talvez por causa disso, a relação da cidade com o audiovisual é bastante afetuosa e prolífica’, reflete Camila Nascimento, proponente do projeto.

Acompanhe as novidades pelo Instagram @outrossertoeseominuto.

Foto em destaque de Uilma Queiroz, Camila Nascimento e Alexandre Nascimento – as e o comandantes da formação: Leonardo Lemos.

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Edgard Homem

Por aqui transitam a arte e a cultura, o social – porque é imprescindível dar uma pinta de vez em quando, as viagens, a gastronomia e etc. e tal.

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