Chega insinuando despedidas, como quem almoça pensando na sobremesa.

Faz tempo que ele é assim: morador de lugar nenhum.

Aos 14, acolheu-se no vácuo, protegeu-se do mundo.

Embalou em delicado nevoeiro, a bondade que carrega no peito.

Desde então, é possibilidade.

Em destaque, foto de pintura ainda sem nome, porque ainda esboço, mas em progresso: divulgação.

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Edgard Homem

Por aqui transitam a arte e a cultura, o social – porque é imprescindível dar uma pinta de vez em quando, as viagens, a gastronomia e etc. e tal.

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