Chega insinuando despedidas, como quem almoça pensando na sobremesa.
Faz tempo que ele é assim: morador de lugar nenhum.
Aos 14, acolheu-se no vácuo, protegeu-se do mundo.
Embalou em delicado nevoeiro, a bondade que carrega no peito.
Desde então, é possibilidade.

Em destaque, foto de pintura ainda sem nome, porque ainda esboço, mas em progresso: divulgação.


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