Salve a data: sábado, 2 de agosto de 2025, a partir do meio-dia, começa a festa que celebrará os 36 anos da partida do Rei do Baião – Luiz Gonzaga nasceu em Exu, Sertão de Pernambuco, no dia 13 de dezembro de 1912, e morreu no Recife, em 2 de agosto de 1989.

A ordem é rememorar festejando.

O desejo é perpetuar o legado do cantor, compositor e multi-instrumentista, artista que nos ensina, através do xote, do baião, do xaxado, do forró pé de serra, as delícias da brasilidade.

O povo da sanfona, do triângulo e da zabumba vai invadir com muita festa, à moda progressita, o restaurante Tempero de Rosa, reduto da tradicional comida pernambucana, e o térreo do Hotel Central, símbolo de resistência do nosso patrimônio histórico. O Tributo ao Rei Luiz Gonzaga fluirá por esses dois espaços.

Lista de quem vai dar uma palinha está, até o momento, em 16 nomes: Toinho Vanderley, Régis Moreira e Trio, Rôny Félix, Poeta Luiz Carlos, Poeta José Evangelista, Lourdinha Oliveira, Durval Caldas, Geno Melo, Damião Banda Camaleão, Gonzagueto do Forró, Nido do Acordeon, Paulão Santos, Diviol, Orquestra Popular da Bomba do Hemetério, Walgren Agra e Bule-Bule. É pouco ou quer mais?

‘O almoço será servido no capricho de sempre e não haverá cobrança de couvert artístico’, manda avisar Rosa Maria, aquela que pilota o Tempero de Rosa e o Hotel Central.

O Tributo ao Rei Luiz Gonzaga é uma ação do Rebuliço Cultural – Movimento de Apoio às Culturas Raízes e aos Artistas Pernambucanos.

Ruy Sarinho, jornalista, agitador cultural e membro ativo do agrupamento, diz que ‘O nosso objetivo principal é unir os artistas, porque isolado ninguém vai para frente; vivemos um momento em que o sucesso é consequência da cooperação, das associações’.

‘Nós queremos que 90% do valor das verbas destinadas ao pagamento dos cachês dos artistas nos eventos públicos, seja revertido para os artistas locais. O mal hábito, mal hábito extremamente enraizado, de só pagar bem e dar boa estrutura de trabalho para os artistas de fora é de um vira-latismo inaceitável. Tem que acabar’, vaticina.

O Tempero de Rosa funciona no térreo do Hotel Central, que fica na Avenida Manoel Borba, 209, Boa Vista, Recife.   

Foto em destaque de Luiz Gonzaga: reprodução colhida do Jornal da Paraíba.

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Edgard Homem

Por aqui transitam a arte e a cultura, o social – porque é imprescindível dar uma pinta de vez em quando, as viagens, a gastronomia e etc. e tal.

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