Ouvindo músicas que não gosta, mas também cercado de outras coisas, algumas imensamente agradáveis, restava-lhe ficar ali: o momento estava no comando.
‘Nada a fazer’, concluiu.
Sentiu medo.
Fantasiou catástrofes.
Desejou distração.
Pediu anestesia.
Mas, sempre quis mais.
Montou seu prato: ama comer. Ama também jogar conversa fora e decifrar enigmas (pequeninos e grandiosos).
Nisso, tocou o telefone: amigos de sempre queriam encontrá-lo.
Pronto!
A vida resolvera aquele instante.

Foto em destaque do almoço no Tempero da Teka – Sobradinho 2, de Brasília, DF: Edgard Homem.
Foto do autor: Ademar Filho.


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