Escrito pela pernambucana Cida Pedrosa, #Medusa estreou em setembro de 2018, no Recife, e, de lá para cá, percorreu mostras, festivais e centros culturais em Pernambuco, Brasil afora e, também, no estrangeiro (com apresentações em Lisboa e Paris, onde foi filmada a versão cinematográfica – dirigida por Raphaël de Albuquerque).

Performance e videoarte serão exibidas neste sábado, 30 de maio, às 20h, ou seja, teremos a atriz Fabiana Pirro em dose dupla: no palco e na tela.

Sinopse

A criação de #MedusaMusaMulher tem como base a versão grega do mito da Medusa, a sacerdotisa do templo de Atena que atraiu o desejo de Poseidon, que a violou.

O estupro provocou o ciúme da deusa Atena que rogou uma maldição contra Medusa e a transformou numa Górgona, petrificando quem a olhasse.

No lugar dos seus cabelos, surgiram serpentes.

Por fim, Medusa é degolada por Perseu que leva sua cabeça como um presente.

“A performance tem o texto de Cida Pedrosa e na versão para o cinema incluímos a poesia de Silvia de Góes. As duas são minhas parceiras artísticas e é um luxo tê-las juntas”, diz Fabiana.

Além do incremento no texto, o figurino, que é assinado por Eduardo Ferreira, também foi remodelado. “Agora está mais dramático, com mais sangue e duas novas anáguas”, adianta a atriz.

Sobre Fabiana Pirro

Iniciou sua vivência artística aos 13 anos como modelo e manequim – ao longo de 10 anos trabalhou no Brasil e em outros países.

Em 1999, estreou no Teatro – encarnou Salomé na Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, Pernambuco.

Em 2000, participou como atriz e produtora teatral no musical A Ver Estrelas, com direção de João Falcão.

Entre 2001 e 2003, junto ao diretor Moncho Rodriguez, atuou como atriz e produtora no Projeto de Integração de Atores do Nordeste (PIANE), de residência e pesquisa nos estados de Rio Grande do Norte, Ceará e Pernambuco.

Em 2004, com a atriz e produtora Lívia Falcão, criou a Duas Companhias, que produziu os espetáculos Caetana, Árvore de Júlia, Divinas e A Dona da História.

Em 2014, atuou e produziu os solos Obscena, a partir da obra de Hilda Hilst, #MedusaMusaMulher, texto de Cida Pedrosa e Cara de Pau, texto de Moncho Rodriguez, que compõe a Trilogia Desumana.

Integra o elenco do filmes Chega de Cangaço, Cinema, Aspirinas e Urubus, Big Jato, Acqua Movie, Paterno, Fim de Semana no Paraíso Selvagem, O Agente Secreto, entre outros.

Desde 2017 é parte do Coletivo de Palhaçaria Violetas da Aurora.

Ficha técnica

Criação: Breno Fittipaldi

Concepção e Atuação: Fabiana Pirro

Texto: Cida Pedrosa

Trilha Sonora Original: Cannibal Santos e Pierre Leite

Videoarte: Raphael de Albuquerque

Poesia na Videoarte: Silvia de Góes

Figurino: Eduardo Ferreira

Sandália: Jailson Marcos

Adereços: Teca Pontes

Painel/Cenário: Flavio Emanuel

Foto: Renato Filho

Produção: Fabiana Pirro e Ana Nogueira

Operação de Som: Ana Nogueira

Duração: 40 minutos

Classificação Etária: Livre

Considerações finais

Ingressos: R$120,00 e R$60,00 a meia-entrada. Ingresso social: R$80,00.

Vendas pelo link:

https://megapass.com.br/eventos/medusamusamulher

O Instituto Marcos Hacker de Melo fica na Avenida Domingos Ferreira, nº 258, Boa Viagem, Recife.  

Edgard HomemAuthor posts

Edgard Homem

Por aqui transitam a arte e a cultura, o social – porque é imprescindível dar uma pinta de vez em quando, as viagens, a gastronomia e etc. e tal.

Sem comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

quatro × cinco =